E. E. Culto à Ciência

2 Julho, 2008

PARADA GAY LEVA MILHARES ÀS RUAS DE JERUSALÉM

Arquivado em: Destaques — cultoaaciencia1 @ 12:35 am

Em dom, 29/6/08, José Carlos Rocha Vieira Júnior <historia07@yahoo.com.br> escreveu:

De: José Carlos Rocha Vieira Júnior <historia07@yahoo.com.br>
Assunto: Parada Gay Leva Milhares às Ruas De Jerusalém
Para: angelopt@camaracampinas.sp.gov.br, artur.orsi@camaracampinas.sp.gov.br, camposfilho@camaracampinas.sp.gov.br, carlaochiminazzo@camaracampinas.sp.gov.br, cidao.santos@camaracampinas.sp.gov.br, cidferreira@camaracampinas.sp.gov.br, dariosaadi@camaracampinas.sp.gov.br, dr.pedroserafim@camaracampinas.sp.gov.br, jorge.schneider@camaracampinas.sp.gov.br, jotasilva@camaracampinas.sp.gov.br, luis.yabiku@camaracampinas.sp.gov.br, “Marcela Moreira - Vereadora do PSOL” <marcelamoreira@camaracampinas.sp.gov.br>, noeldaloja@camaracampinas.sp.gov.br, paulo.oya@camaracampinas.sp.gov.br, paulobufalopt@camaracampinas.sp.gov.br, petterson.prado@camaracampinas.sp.gov.br, prluizfranco@camaracampinas.sp.gov.br, rafa.zimbaldi@camaracampinas.sp.gov.br, rivail@camaracampinas.sp.gov.br, sebastiaosantos@camaracampinas.sp.gov.br, sellin@camaracampinas.sp.gov.br, sergiobenassi@camaracampinas.sp.gov.br, signorelli@camaracampinas.sp.gov.br, tadeumarcos@camaracampinas.sp.gov.br, valdir.terrazan@camaracampinas.sp.gov.br, verdelteresinha@camaracampinas.sp.gov.br, vereadoraurelio@camaracampinas.sp.gov.br, verflores@camaracampinas.sp.gov.br, vinicius.gratti@camaracampinas.sp.gov.br, zecarlos@camaracampinas.sp.gov.br, zecunhado@camaracampinas.sp.gov.br
Data: Domingo, 29 de Junho de 2008, 10:37

     PARADA GAY LEVA MILHARES ÀS RUAS DE JERUSALÉM

   

     Unanimidade é algo que não existe mas, o Estado de Israel e a maioria dos seus habitantes, independente de suas origens, estão de parabéns! Sensacional demonstração de Democracia, Elegância, Respeito e evolução Espiritual.

 

     Em todos os rincões do Planeta cresce a cultura, tolerância e o respeito pela orientação sexual, o que deve deixar desesperados os fanáticos de todos os segmentos sociais e ENVERGONHADOS, os políticos do Partido dos Democratas, por terem em seu quadro uma pessoa como o deputado federal Rodovalho (Distrito Federal), que deseja praticamente o início das hostilidades abertas para com a comunidade GLTTB, como mostrou o artigo “Evangélicos atacam lei que condena homofobia”, publicada no dia 26 de Junho de 2.008, pelo “Correio Popular”. Aliás, as reportagens do “Correio Popular” para o combate a Homofobia, são mais do que exemplares. São formidáveis!

 

     Re-lembrando Eça de Queiroz:

 

     “Os políticos e as fraldas devem ser mudados pela mesma razão”.

 

     Até a presente data (29-06-2.008), apenas o Vereador Artur Orsi (PSDB), se manifestou a FAVOR da lei que criminaliza a Homofobia, em e-mail que me enviou no dia 27 de Junho de 2.008.

 

     Senhores Vereadores:

 

     Quem cala cconcorda! E no caso, concorda com o preconceito homofóbico.

 

     Esse e-mail está sendo mandando para todosos meus contatos, inclusive ex-alunos e alunos.

 

Para o PSDB, pedágio é mais importante do que Educação?

Arquivado em: Destaques — cultoaaciencia1 @ 12:27 am

O governo José Serra diz que os professores terão aumento de ATÉ 12%. É MENTIRA.

     O que o governo fará é incorporar no salário algumas gratificações existentes. Ou seja, muda de SEIS para MEIA-DÚZIA.

     O aumento será de, no MÁXIMO, 5% e só.

     Isso é a continuação da política educacional do PSDB no estado de São Paulo, iniciada em 1.995. Mas como voc|ê, que não tem cultura SUFICIENTE pode perceber isso? Não pode, não é?!

     E sabe de quem é a culpa, pela educação pública estar assim?

      SUA!  Que continua mantendo, pelo seu voto esse sistema político no estado mais rico do País, desde 1.995.

     Diante de FATOS não há contra-argumentação!

     E mais, os culpados são:

     1- As salas continuam super-lotadas. com projetos pedagógicos cada vez mais mirabolantes e eleitoreiros.

     2- Há sim violência nas escolas públicas e MENTE o governo quando diz que a Associação do Ensino Oficiall dos Professores do Estado de São Paulo -APEOESP-, publicada dados errados.

     3- Salários, os mais baixos do Brasil. Leis trabalhistas absurdas, que nem no período da DITADURA MILITAR (1.964 - 1.995), houve igual.

      4- Você que continua com voto não consciente e para o qual, a educação do seu filho e parentes não tem a menor importância.

      Fatos! Fatos! Fatos!

      Professor não é retardado para sair inventando besteiras pois, no mínimo perderá credibilidade junto aos alunos conscientes e sérios.

— Em seg, 30/6/08, Maurício Vieira <mauriciovandrade@gmail.com> escreveu:

De: Maurício Vieira <mauriciovandrade@gmail.com>
Assunto: Para o PSDB pedágio é mais importante que educação
Para: historia07@yahoo.com.br
Data: Segunda-feira, 30 de Junho de 2008, 23:52

Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Para o PSDB pedágio é mais importante do que Educação?

Pequena nota do Morcego: Serra deu 20% de aumento nos pedágios e propõe 12% para os professores, o pedágio está subindo todo ano, já os professores há anos não recebem algum. Pedágio é mais importante do que educação?

China

Arquivado em: Não classificado — cultoaaciencia1 @ 12:24 am

 

Cenas Horríveis e Fortes

 

30 Junho, 2008

A fé dos homofóbicos - André Petry

Arquivado em: Destaques — cultoaaciencia1 @ 10:37 pm

— Em seg, 30/6/08, Leandro Eliel <leandroeliel@gmail.com> escreveu:

De: Leandro Eliel <leandroeliel@gmail.com>
Assunto: Fwd: (aenacional) A fé dos homofóbicos (divulgar amplamente!)
Para: historia07@yahoo.com.br
Data: Segunda-feira, 30 de Junho de 2008, 11:19

———- Forwarded message ———-
From: Julian Rodrigues <julianvic@gmail.com>
Date: 28/06/2008 17:50
Subject: (aenacional) A fé dos homofóbicos (divulgar amplamente!)
To:

André Petry


A fé dos homofóbicos

“Dizem eles que a criminalização da homofobia levará à prisão em massa de pastores e padres, e viveremos todos sob o domínio gay. A história ensina que essa lei será aprovada, e a vida seguirá seu curso regular, sem nada de extraordinário”

Em 1946, quando os negros reivindicaram a inclusão de alguns direitos na Constituição, foi um salseiro. Foram acusados de antidemocráticos e racistas por congressistas e estudantes da UNE. Em 1988, a Constituição promoveu o racismo de contravenção a crime. Ninguém chiou. Na década de 50, quando se discutia o divórcio, teve cardeal dizendo que se devia pegar em armas para combater a proposta. Em 1977, o Congresso aprovou o divórcio. Não houve tiroteio, e a igreja do cardeal nunca mais tocou no assunto. Recordar é viver.

Agora, os evangélicos estão anunciando o apocalipse caso o Senado faça o que a Câmara já fez: aprovar lei punindo a homofobia com prisão. A lei em vigor pune a discriminação por raça, cor, etnia, religião e procedência nacional. A nova acrescenta a punição por discriminação contra homossexuais. Cerca de 1 000 evangélicos tentaram invadir o Senado em protesto. Dizem que a criminalização da homofobia levará à prisão em massa de pastores e padres, e viveremos todos sob o domínio gay. A história ensina que, cedo ou tarde, a lei, ou outra qualquer com objetivo similar, será aprovada, e a vida seguirá seu curso regular sem nada de extraordinário.

Os evangélicos e aliados dizem que proibir a discriminação contra gays fere a liberdade de expressão e religião. Dizem que padres e pastores, na prática de sua crença, não poderão mais criticar a homossexualidade como pecado infecto e, se o fizerem, vão parar no xadrez. É uma interpretação tão grosseira da lei que é difícil crer que seja de boa-fé.

Tal como está, a lei não proíbe a crítica. Proíbe a discriminação. Não pune a opinião. Pune a manifestação do preconceito. Uma coisa é ser contra o casamento gay, por razões de qualquer natureza. Outra coisa é humilhar os gays, apontá-los como filhos do demônio, doentes ou tarados. É tão reacionário quanto uma Ku Klux Klan alegar que a proibição da segregação racial fere sua liberdade de expressão. Querem a liberdade de usar a tecnologia Holerite de cartões perfurados pela IBM?

Alegam que a liberdade religiosa fica limitada porque combater o pecado vira crime. É um duplo equívoco. O primeiro é achar que uma doutrina de crença em forças sobrenaturais autoriza o fiel a discriminar o herege. O segundo é atribuir à lei valor moral. O direito penal não é instrumento para infundir virtudes. É um meio para garantir o convívio minimamente pacífico em sociedade. Matar é crime não porque seja imoral, mas porque a sociedade entendeu que a vida deve ser preservada. Dúvidas? Recorram ao Supremo Tribunal Federal. Na democracia, é assim. Lei não é bíblia de moralidade.

O que essa proposta pretende dar aos gays, e sabe-se lá se terá alguma eficácia, é aquilo a que todo ser humano tem direito: respeito à sua integridade física e moral. Os evangélicos, pelo menos os que foram a Brasília, dão prova de desconhecer que seres humanos não diferem de coisas só porque são um fim em si mesmos. Os seres humanos diferem das coisas porque, além de tudo, têm dignidade. As coisas têm preço.

Escreva para o autor no endereço colunadopetry@abril.com.br

29 Junho, 2008

José de Freitas Guimarães

Arquivado em: Destaques — cultoaaciencia1 @ 12:39 am

28 Junho, 2008

A emoção pelo SUCESSO da “Campanha de Reforma e Restauro” continua parte 14

Arquivado em: Siga o Processo de Reforma e Restauração — cultoaaciencia1 @ 10:42 pm

Fotos sacadas em 27 de junho de 2008 por

Thaís Freitas Rodrigues.

 

Ficando aqui nosso agradecimento à ela, por ceder as mesmas.

“Museu Asas de Um Sonho” da TAM

Arquivado em: Atividades 2008 — cultoaaciencia1 @ 10:23 pm

No dia 19 de Junho de 2.008, quinta-feira, pela primeira vez, os alunos do período da tarde, tiveram a oportunidade de visitarem o maravilhoso “Museu Asas de Um Sonho”, da TAM, na cidade paulista de São Carlos, projeto do Professor Carlos [História], com iniciativa, organização e responsabilidade do Professor Diego.

     Foram alunos dos 1ºs. anos colegiais M, N, O e H e do 2º E.

     Novamente, todos os alunos se comportaram de maneira impecável, recebendo elogios do Museu.

     Parabéns aos mesmos!

     

     Professores:

     Diego Adäm Carneiro [Teologia e História]

     Everaldo Daniel Rodrigues [Geografia]

     Jussara Cristina Arten [Matemática]

 

     Inspetora:

     Ivone Degrossoli.

 

O que os alunos pensam do Programa “SÃO PAULO FAZ ESCOLA”

Arquivado em: Atividades 2008 — cultoaaciencia1 @ 2:48 pm

No dia 18 de Junho de 2.008, quarta-feira, pedi para todos os meus alunos dos 3ºs. colegiais “A” e “B”, comentarem francamente o que pensam sobre o atual projeto educacional do Governado Estadual que, literalmente, está deixando todos nós “loucos”.

 

Que todos reflitam sobre os rumos em que a educação pública no estado mais rico do País, continua tomando.

 

Segue abaixo as opinões dos alunos.

    

Professor Carlos – História.

    

FELIPE GODOI DE ARAUJO – 3º “A”.

     No início deste ano letivo, no ano de 2.008, todos nós, alunos do terceiro ano da Escola “Culto à Ciência”, esperávamos um método de ensino em que os professores nos preparariam para o tão esperado vestibular, nos mostrando algumas coisas novas, que tínhamos aprendo ainda. Porém, ao invés disso, o que encontramos foram coisas que estranharam tanto a nós como aos professores. O “Jornal do Aluno” do projeto “São Paulo faz Escola”, continha material de ensino fundamental, coisas que já tínhamos que saber.

     E com isso, a matéria que deveríamos estar aprendendo desde o primeiro bimestre só começou no segundo.

     Muitos professores, que gostam de dar aulas realmente, sentiram-se suprimidos pelo governo pois tiveram que mudar seus projetos, seus planos (…), para atender esse padrão imposto por força maior, muitas vezes ameaçando-os a darem a matéria para não se prejudicarem depois.

     O que está parecendo é que esse governo não está preocupado verdadeiramente conosco e sim, com eles mesmos. Importa a eles que a matéria seja dada, não querendo saber se o aluno realmente aprenderá, ficando com o parecer de “dever cumprido” e assim se saem bem nas eleições pois conseguem enganar o povo.

     Tirando toda esta parte ruim, encontramos uma parcela boa em tudo isso, como no “Jornal do Aluno”, algumas coisas que não lembrava foram realmente relembradas. A Secretaria da Educação também se preocupou em igualar o ensino em todo o Estado, alcançando aquelas escolas que não passavam nada e, no fim do ano, creio que o governo mandará uma avaliação para acompanhar este ensino e ver quem realmente está levando a sério e quem está “brincando” de dar aula. (…)

*

JÚLIO CÉSAR MANGUSSI – 3º “A”.

     Todos nós fomos surpreendidos no início deste ano com um novo método de ensino, enviado pelo governo, quando todos alunos se preparavam para mais um ano em que se esperava ser “normal”.

     Mas não, o governo totalmente contraditório manda um material para os professores, no qual este deveria ser seguido igualmente (…). alguns professores se viram inconformados, pois este material (o tão falado “jornal”) não continha as matérias mais banais que caiam no vestibular, e sim matérias de anos passados.

     Ao meu ver esse “Jornal” só veio para atrasar o ano letivo do aluno, porém eu ainda consegui ver (ou pelo menos imaginar), qual seria a intenção do governo ao enviar o projeto do jornal: era igualar o ensino em todas as escolas, mas para uma escola como o “Culto à Ciência”, isso acaba prejudicando, já que o nível desta escola é “teoricamente” melhor do que outras. Temos que parar e refletir o que esperamos para nós, principalmente neste ano de vestibular, um estudo mais incisivo de matérias que estarão presentes no vestibular, ou matérias já vistas antes. Além do mais o jornal englobava inúmeros gráficos e questões primárias (principalmente nas matérias de Humanas…).

     Se eu colocasse em uma balança o tão falado “Jornal”, concluiria que ele com certeza veio apenas para nos atrasar, do que realmente oferecer uma revisão no que nos beneficiaria (vendo que uma revisão no terceiro ano, de matérias vistas no Ensino Fundamental, chega a ser a um certo ponto, inconformante).

     O governo como sempre, prejudicando os alunos, e retardando seu conhecimento para que o aluno pobre não chegue a uma faculdade, e essa não é a primeira vez que o Governo do Estado de São Paulo prejudica o aluno.

*

RAFAEL D’ALESSANDRO – 3º “A”.

     O projeto “São Paulo faz Escola” adotado pela secretaria da educação, não teve uma boa repercussão desde seu início. Com o objetivo de melhorar o ensino estadual, ao se iniciar o ano letivo, professores e alunos foram surpreendidos. O ano escolar nunca começou daquela forma.

     Tudo estava confuso. Ninguém podia informar ao certo o que aconteceria. A única certeza era que todos os alunos das escolas estaduais do ensino Fundamental e Médio tiveram quase dois meses de aulas, através de um “jornal”, onde constava todas as matérias. Sem muito conteúdo e mal elaborado, já na primeira semana todos queriam atear fogo no novo método de ensino. Mas isso não era tudo. Os terceiros anos tiveram algumas aulas reduzidas e surgiram “novas matérias” chamadas de Apoio Curricular, se dividindo entre português, matemática e história. Todo mês algum assunto (enviado pela secretaria da educação), deve ser profundamente estudado, ou seja, em ano de vestibular esses alunos saem prejudicados, comprovando ainda mais que o ensino do estado é fraco. Ao invés de motivados saem despreparados e muitas vezes abandonam o ensino superior. Terminado o jornal, os professores receberam a notícia de que toda a rede estadual deveria dar as mesmas aulas, as mesmas matérias, mudando assim todo o planejamento de todas as escolas.´

     É impossível um ensino com surpresas. A culpa do nível da educação de São Paulo ser baixa não é dos nordestinos, mas sim do mau e baixo investimento. Os professores devem ser mais preparados e incentivados, para que os estudantes tenham capacidade de brigar por uma vida mais digna.

*

A emoção pelo SUCESSO da “Campanha de Reforma e Restauro” continua parte 13

Arquivado em: Siga o Processo de Reforma e Restauração — cultoaaciencia1 @ 2:45 pm

Fotos sacadas em 27 de junho de 2008 por Lucas Baldassari. Ficando aqui nosso agradecimento à ele, por ceder as mesmas.

O que as alunas pensam do Programa “SÃO PAULO FAZ ESCOLA”

Arquivado em: Atividades 2008 — cultoaaciencia1 @ 1:51 pm

No dia 18 de Junho de 2.008, quarta-feira, pedi para todos os meus alunos dos 3ºs. colegiais “A” e “B”, comentarem francamente o que pensam sobre o atual projeto educacional do Governo Estadual que, literalmente, está deixando todos nós “loucos”.

 

Que todos reflitam sobre os rumos em que a educação pública no estado mais rico do País, continua tomando.

 

Segue abaixo as opinões das alunas.

    

Professor Carlos – História.

 

MAGDA PINHEIRO PIMENTA – 3º “A”.

     Em meio a crise que se encontra a educação do estado de São Paulo, esse projeto foi criado com o objetivo de igualar o conteúdo dado para todas as escolas públicas. Entretanto, erros banais, como o atraso na entrega do material, caracterizou a desorganização total na execução do projeto.

     Outro agravante foi que não levaram em consideração as escolas que já dispunham de bom planejamento e boa execução do plano de ensino. Estas escolas fora, realmente, as prejudicadas tendo que voltar a conteúdos já dados. Porém, para outras escolas, as vantagens foram inúmeras: o fornecimento de material, a obrigação da execução do roteiro, sendo cobrado através de exames, melhorou a qualidade.

     Na minha opinião, deveria ser feito um exame antes da distribuição do material, para identificar quais escolas deveriam aderir ao plano ou de qual material, de acordo com o resultado do exame, seria mais adequado. Assim, as boas escolas não seriam prejudicadas e aos poucos todas estariam ensinando o mesmo conteúdo.

     As escolas que se destacassem nesse exame, 3ªs. séries do Ensino Médio, receberiam um material diferenciado para preparar o aluno para o vestibular.

     É impossível falar sobre esse projeto sem que se lembre do incentivo que o governo estadual está dando as escolas técnicas. Em outras palavras, os gastos com novas escolas técnicas. Este gasto deveria ser substituído por melhorias em escolas públicas de base (Ensinos Médio e Fundamental) já existentes, evitando que alunos totalmente despreparados cursem sobre novas áreas, sem ter uma base ou apenas alunos de escolas particulares, consigam as vagas no ensino técnico de qualidade.

     (…)

     Em suma, o projeto como um todo (a idéia) tem vários pontos fortes, se tratado corretamente, isto é, com planejamento, organização e controle adequados a cada situação. Cabe a nós, cidadãos e participantes desse projeto, reivindicar e sugerir melhores alternativas.

*

GLÁUCIA APARECIDA FRANCHINI E SILVA – 3º “B”.

     Sempre estudei em escola particular, talvez por isso, tenha sentido tanta diferença, em relação ao método de estudo.

     No início, me entristecia ver a situação que estava o ensino público. Repudiava as aulas de projeto. Os professores estavam perdidos, mal informados, uma situação lastimável.

     Hoje, acostumei-me ao ritmo que são ensinadas as matérias. Aprecio as aulas de projeto, afinal, as mesmas nos proporcionam uma ampla abordagem sobre os temas tratados. Somos alunos independentes, sendo assim, temos capacidade de ampliar nosso intelecto, por meio de pesquisas, as quais são muito usadas por nossos professores.

     De modo geral, os profissionais em dar aulas e os alunos parecem não admirar o sistema público, no entanto, para mim, o ensino é de qualidade mediana, sendo que, para que o mesmo alcance excelência, nós, como alunos devemos nos dedicar mais assiduamente, estando informados a respeito dos fatos cotidianos e os grandes marcos das matérias acadêmicas.

*

LETÍCIA DE CARVALHO SCARME – 3º “B”.

     O projeto que o governo do estado de São Paulo implantou nas escolas públicas, é bastante ineficaz pois, exemplificando, o programa leva a todas as escolas uma mesma “receita de bolo”. Cada escola seria uma “cozinheira” diferente, com condições diferentes de preparo, com instrumentos diferentes. Portanto, cada bolo sairia diferente um do outro, podendo dar certo com uma cozinheira e errado com outra.

     Entende-se então, que ao impor um mesmo projeto a todos os componentes de uma extensa rede educacional, como é o caso da rede pública de ensino do estado de São Paulo, mesmo que seja favorável em algumas das escolas, pode prejudicar uma outra parte dessas. Pois as escolas têm alunos diferentes, professores diferentes, contextos diferentes, e sobretudo recursos diferentes.

     Portanto, o que se deveria fazer antes de impor o projeto de ensino, seria fornecer às escolas recursos adequados para a implantação do mesmo.

     E até quando este equívoco continuará não se sabe.

*

LÍGIA MARA BATISTA LOPES – 3º “B”.

     O projeto tem sido de grande valia para muitas escolas públicas. Na intenção de melhorar o ensino nas escolas públicas, o governo procurou estar integrando os alunos junto com os acontecimentos atuais. Através dos professores selecionados da escola, os assuntos como o aquecimento global e a saúde pública brasileira, tem sido repassado aos alunos. Com essas informações dadas em sala de aula, é uma forma de conscientizar os alunos para o futuro, para reverter um problema que pode ser muito mais agravante.

     Apesar da importância do projeto, que iguala as escolas em relação ao tipo de matéria dada, há escolas que se atrasam ao ter que repassar essas matérias aos alunos, pois no “Culto à Ciência”, por exemplo, o ensino é superior a muitas escolas públicas. Sendo que o projeto atrapalha os professores, porque não podem passar aos alunos as matérias que cairão na prova do vestibular.

     Ou seja, o projeto é importante sim, mas não prepara o aluno para o vestibular.

     Assim, o grande prejudicado é o aluno que está cursando o 3º ano e pretendem prestar vestibular. Que diante disso são obrigados a procurar ensino por fora, ou em cursinhos preparatórios. (…)

*

TYCILLIA AKANE TAHARA – 3º “B”.

     “A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida”, já dizia Sêneca, frase que para os responsáveis pela educação pública não tem valor algum.

     No Estado de São Paulo, por exemplo, de zero a dez pontos tiveram 1,41 pontos!

     Hoje e sempre a questão, o quesito ensino público é uma questão de pura demagogia política, não tendo fundamento algum a priorizar as necessidades dos jovens, crianças e adolescentes, futuro do País.

     Em especial aos que estão cursando o Ensino Médio, estão sendo interrompidos por um conteúdo inversamente proporcional no que diz respeito à qualidade. Há exceções é verdade, muitas instituições precisam de um auxílio no sentido que o governo planejou, mas aquelas que não precisam cem por cento são as mais prejudicadas.

     Deveriam fazer um plano de maneira menos ignorante e com um maior bom senso. Analisar escola por escola, seus pontos fortes e trabalhar os pontos fracos; auxiliar as necessidades do professor, incentivo às idéias estudantis quanto a cidadania, um suporte completo às instituições separadamente.

     O que os futuros cidadãos esperam, de seu País? Que ele cresça energicamente e favoravelmente aos seus sonhos pessoais e profissionais, mas não tendo uma vontade de conhecer o mundo para até mudá-lo e saber suas responsabilidades como cidadão exemplar (…).

    A educação na escola, para cada indivíduo que nela freqüenta, o marcará para toda a vida, não pode ser tratada como um instrumento de propaganda política e dar continuidade a um ciclo vicioso de descaso, mas sim como primordial de um País que tem tudo para dar certo. Só falta vergonha na cara.

*

ÉRICA PINHEIRO PEREIRA – 3º “A”.

     No começo do ano letivo de 2.008, os alunos das escolas públicas do Estado de São Paulo, foram surpreendidos com um tormento chamado ironicamente de: “São Paulo faz Escola”. Pois com o jornalzinho que nos foi fornecido e sim São Paulo Desfaz Escola.

     Segundo seus criadores, o objetivo desse jornal é fazer com que os alunos revejam algumas matérias de todas as disciplinas. Matérias essas que nem se quer foram dadas, e além de tudo esse jornal não tem “decência” para ser visto como material didático, pois o conteúdo é insuficiente. Em determinada disciplina nota-se erros, entre outros.

     Para os alunos dos 3ºs. anos, esse jornal foi um caos pois, na disciplina de Português não tem sequer uma recomendação de literatura, algo que é muito cobrado em vestibular.

     Esses 45 dias em que o jornal foi utilizado, foram nada mais, nada menos que tempo jogado fora, pois ao invés de podermos nos dedicar a matéria do 3º ano e nos prepararmos para o vestibular fomos obrigados a concentrar nossos estudos nesse jornal.

     É certo que no 3º ano, 70% do ensino é matéria relembrada e não ensinada, pois o vestibular cobra o que aprendemos no decorrer de nossa vida na área do ensino e não o que aprendemos no 3º ano do Ensino Médio mas, se o governo do Estado de São Paulo está tão preocupado com isso, porque não reviu seus conceitos em anos anteriores quando para passar de ano, bastava ir para a escola e não fazer absolutamente nada, quando pois em prática a chamada Progressão Continuada?

     Com esse método que está sendo testado, no qual nós alunos somos cobaias, está mais do que provado que a última coisa que o governo quer é aumentar o nível de ensino público no Estado.

     Depois dos resultados horríveis que foram divulgados para o Brasil inteiro ver, como a qualidade do ensino do Estado de São Paulo, é lamentável o governo resolver “acordar” afinal, antes tarde do que nunca, porém, apesar  de acordados não estão trabalhando como deveriam e sim tentando tapar o Sol com a peneira. Seria muito bom, se o governo raciocinasse e começasse a investir em uma educação mais limpa, acabando de vez com esse negócio de progressão continuada e desse uma atenção redobrada ao Ensino Fundamental e poupassem os alunos de 3º ano do Ensino Médio, que estão a beira do vestibular para fazer uma boa faculdade. (…) Estamos aqui perdendo tempo com métodos inúteis (…).

*

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